08 de março de 2008

Top 11:
Os 11 jogadores estrangeiros com jeito de brasileiro

por Andréia

Eles nasceram em outros países, mas se não víssemos seus passaportes, com certeza poderíamos confundi-los com brasileiros. Não só pela aparência, com em alguns casos com a adaptação ao país, ou identificação com a cultura. Confira a lista dos 11 jogadores estrangeiros com mais jeito de brasileiro:

Herrera
O atacante argentino do Corinthians anunciou recentemente que o bebê que sua esposa espera, uma menina que se chamará Abril [adivinha para qual mês é previsto o parto?], nascerá no Brasil. Isso conta pontos para que Germán Herrera entre para a lista, você não acha?

Cristiano Ronaldo

Se não fosse o sotaque, o português Cristiano Ronaldo poderia ser totalmente confundido com um brasileiro. Seu futebol cheio de ginga é apenas um detalhe. O atacante do Manchester United também é apaixonado por praias, está sempre bronzeado e curte música brasileira.

Sorín

Apesar de argentino, Juan Pablo Sorín conseguiu entrar no coração dos torcedores brasileiros, melhor dizendo: dos cruzeirenses. Tudo começou em 2000, quando foi contratado pelo time mineiro e lá ficou por dois anos, ajudando a conquista de três títulos - a Copa do Brasil de 2000 e a Copa Sul-Minas em 2001 e 2002. Tamanha a identificação com o Brasil e seu futebol, Sorín chegou a passar pelo país em férias recentes do futebol alemão, onde atua hoje em dia, sendo flagrado assistindo a alguns jogos.

Freddy Rincón

Colombiano de nascimento e adotado pelo povo brasileiro desde 1994 quando chegou ao Palmeiras, Rincón foi emplacar como atleta pelo arqui-rival dos palestrinos, o Corinthians. Pendurou as chuteiras e tão logo iniciou sua carreira de treinador. Adivinhe? De um time brasileiro, claro. Seu posto de técnico do Esporte Clube São Bento, não foi tão longe, quando pediu as contas na 11º rodada, e já prevendo o pior: a equipe de Sorocaba foi rebaixada para a Série A2 do Campeonato Paulista. Entretanto, fato é que Freddy Rincón realmente merece fazer parte desta lista.

Carlos Tevez

Quando foi contratado pelo Corinthians em 2005, o argentino Carlitos Tevez era um mero desconhecido para a maioria dos brasileiros. A expectativa foi superada por suas ótimas atuações, merecendo até a braçadeira de capitão do alvinegro do Parque São Jorge. Até freqüentou ensaio da escola de samba Gaviões da Fiel. Tamanha foi a identificação de Tevez com os brasileiros, que hoje em dia, atuando pelo inglês Manchester United, fala para quem quiser ouvir que ainda sonha em voltar a jogar pelo Timão.

Clarence Seedorf

Nascido no Suriname e destaque da seleção holandesa, Seedorf faz parte da rodinha verde-amarela do Milan. Casado com uma brasileira, o meia fala português e sempre que pode, passa as férias de final de ano por aqui, de preferência em seu apartamento no Leblon.

Maldonado

Não basta ter jogado durante a maior parte de sua carreira no Brasil. Maldonado foi mais longe e se tornou um dos genros do técnico Wanderley Luxemburgo. Com passagens por São Paulo, Cruzeiro e Santos, o chileno Cláudio Andrés Del Transito Maldonado Rivera, que começou no Colo Colo, resolveu mudar de ares e topar a proposta do Fenerbahçe da Turquia.

Sebá Dominguez

Dos três argentinos contratados pelo Corinthians na era MSI – juntamente de Javier Mascherano e Carlitos Tevez -, Sebá Dominguez talvez seja o mais brasileiro. O beque fez questão de aprender a falar perfeitamente a língua portuguesa. Chegou a declarar que quando criança adorava beber guaraná, consumindo cinco garrafas por dia. Além de ter Capitães de Areia, de Jorge Amado, como um de seus livros favoritos.

Lugano

Diego Lugano, em sua carreira de zagueiro, jogou por mais tempo em um clube brasileiro, do que por times do Uruguai, onde nasceu. O beque atuou por quatro anos no São Paulo, sendo campeão do Mundial de Clubes da Fifa em 2005, além de levar outros títulos e prêmios, como da Seleção da Libertadores de 2005, e os troféus Bola de Prata da revista Placar, e Mesa Redonda.

Dario Pereyra

O uruguaio Dario Pereyra não só jogou no futebol brasileiro, como, após pendurar as chuteiras se tornou treinador de equipes verde-amarelas, entre elas, Atlético Mineiro, com quem venceu o Campeonato Brasileiro de 1999. Também experimentou seus dias de diretor de futebol, nos bastidores do catarinense Avaí.

Petkovic

Ele é sérvio e já jogou por times como Real Madrid e Sevilla, na Espanha, porém só foi se estabelecer como atleta no Brasil. Começou em 1997, quando chegou ao Vitória, e apesar de ter tentado carreira na China, Arábia e na Itália, retornou ao país verde-amarelo, tendo passagens por Vasco, Fluminense, Flamengo, Goiás e Santos. Mas por que Pet lidera a lista? Justamente porque como todo brasileiro, mesmo que de coração, o carnaval não pode ficar de fora dos eventos. E não basta fazer presença no ensaio: tem de desfilar, coisa que Petkovic fez este ano pela Portela, ao lado da diretoria e tudo mais.

 

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