| 26 de maio
de 2008
Top 11:
As 11 maiores zebras do futebol
por Andréia
Quando o jogo
não é clássico, sempre há
um favorito. E para se chegar a esse palpite, são
vários pontos a serem analisados, como desempenho
atual, retrospecto, jogadores, ou mesmo o próprio
coração de torcedor. Fato é que quando
jogam contra os grandes, equipes sem tanto prestígio
crescem em campo, podendo chegar a uma surpreendente vitória.
Aí é a hora em que a zebra sai feliz e saltitante
pelos relvados – nem sempre em seu tradicional alvinegro,
mas arriscando cores surpreendentes. Confira o top 11
das zebras mais inacreditáveis do mundo futebol:
Brasil 0-1
Japão – Olimpíadas de 1996,
em Atlanta
Abrindo a nossa lista, a seleção
Canarinho, com Ronaldo, Roberto Carlos e Rivaldo,
passou por uma zebra básica, após
uma trombada entre o zagueiro Aldair e o goleiro
Dida. Os japoneses fizeram apenas um gol, que garantiu
a vitória, na primeira fase do torneio.
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Manchester United 0-1 West Ham - Campeonato
Inglês 2006-07
Levando-se em consideração que
o Manchester já estava com a mão
na taça, o jogo aconteceria em Old Trafford
e o West Ham estava na degola, à beira
do rebaixamento, previa-se um verdadeiro massacre
em cima dos Hammers. Mas, a zebra incorporou no
meia Carlitos Tevez, que na época, jogava
no time de Londres, marcando o único gol
da partida que jogou água no chopp dos
Red Devils, e salvou seu time da Segunda Divisão.
Na temporada seguinte, Tevez se mudou de mala
e cuia para Manchester, vestir a 32.
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Iraque 4-2
Portugal – Olimpíadas de 2004, em Sydney
Além de bater nossos irmãos portugueses,
a seleção iraquiana conseguiu chegar
ao 4º lugar, quando perdeu para a Itália.
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Internacional 1-2 Itabaiana
– Campeonato Brasileiro de 1980
Um Internacional invicto há 23 partidas
- tricampeão na década anterior -,
jogando em pleno Beira-Rio, foi derrotado na primeira
rodada do Brasileirão de 1980 pela equipe
sergipana. Por essa, a torcida colorada não
esperava. Mas o Inter se recuperou do susto e chegou
ao terceiro lugar.
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Portugal 0-1 Grécia
– Eurocopa de 2004, em Portugal
Inacreditavelmente, os comandados por Luíz
Felipe Scolari, que resgataram o patriotismo futebolístico
na Terra-Mãe, foram surpreendidos por uma
Grécia que balançou a rede com um
gol de cabeça do atacante Haristeas. Um gol,
que calou o estádio da Luz, ao começo
do segundo tempo.
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Alemanha Ocidental 3-2
Hungria – Copa do Mundo de 1954, na Suíça
Em uma fase embalada da seleção
húngara que tinha o galáctico Ferenc
Puskas, além de Sandoc Kocsis, a final da
Copa de 1954 já tinha uma favorita. No entanto,
a Alemanha, com um gol de Rahn, aos 39 do segundo
tempo, decidiu o placar que figurava empatado desde
a primeira etapa de defronta.
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Brasil 0-2
Honduras – Copa América de 2001, na
Colômbia
Zebras acontecem! E a seleção
de um país com uma população
menor que a do estado do Ceará - e convidada
a participar do torneio pela Conmebol - derrubou
o Brasil durante as quartas-de-final.
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Camarões 1-0 Argentina
- Copa do Mundo de 1990, na Itália
Quando as seleções africanas não
possuíam grande notoriedade, os camaroneses
foram os pioneiros de uma ascensão, derrubando
a Argentina de Maradona e Caniggia, em pleno Giuseppe
Meazza.
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ASA de Arapiraca 1-0 Palmeiras –
Copa do Brasil de 2002
Talvez, uma das eliminações mais
vergonhosas na história dos alviverdes.
Com uma derrota no jogo em Alagoas, a vitória
por 2 a 1, no Parque Antarctica não foi
o suficiente para manter o time comandado por
Vanderlei Luxemburgo na competição.
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Zenit 4-0 Bayern de Munique
– Copa da Uefa
Ao contrário do que todos pensam,
o Zenit de San Petesburgo vencer a Copa da Uefa,
em cima do Rangers não foi a maior zebra.
Afinal, para chegar à final contra os escoceses,
os russos tiveram de passar pelo gigante alemão
da bavária. Em um placar inacreditável
entre suas últimas partidas antes da aposentadoria,
com certeza essa zebra vai ficar para sempre na
memória do goleiro Oliver Kahn. E absolutamente
merece a medalha de prata do nosso ranking.
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Senegal 1-0 França – Copa
do Mundo de 2002, Coréia/Japão
A abertura da Copa de 2002 deixou muita gente boquiaberta,
principalmente os franceses. Em um gol “zebrístico”,
os estreantes senegalenses deram o aviso para Zidane
[contundido] e cia, que não passaram de primeira
fase.
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