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Um dos jogos mais esperados. Afinal, enfrentaríamos
a nova família Scolari, que somente tornou-se o que é,
por ter à frente um técnico disciplinado, pulso-firme
e motivador. Podem me dizer o que quiserem [menos palavrões,
claro!], mas o fator Scolari foi o principal elemento que colocou
a emergente seleção de Portugal no hall das seleções
top de linha. Emergente, sim senhor.
O Brasil fez um primeiro tempo extremamente raçudo e o
“guarda-redes” Ricardo contou com a sorte. O pseudo-bom
desempenho brasileiro não se repetiu ao segundo tempo,
o que frustrou visivelmente ao técnico Dunga. Com o Kakà
mais adiantado, após a entrada de Diego, acho que o ataque
ficou mais movimentado, todavia não foi o suficiente para
uma finalização digna.
Ponto para Portugal que colocou Simão Sabrosa no lugar
do habilidoso, porém mergulhador Cristiano Ronaldo. Gosto
do trabalho de Simão, desde que o vi melhor durante a Copa
do Mundo da Alemanha.
O melhores da partida foram Edmílson, Kaká, Lucio,
Simão, Ricardo Quaresma e Ricardo Carvalho.
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