22/08/2007
Pelo menos, a zaga já está consertada
Um problema a menos. Amém!
Se há algum tempo a zaga da seleção brasileira
era uma incógnita, os atacantes de outros países
faziam a festa, e o melhor beque que atuava no Brasil era uruguaio,
hoje pudemos constatar que já podemos respirar aliviados
em quesito turma do fundão.
Aí, eu pergunto: Naldo, meu filho! Por onde tu andavas?
E o Alex Pirulito Silva? Esse precisa estar nas próximas
convocações. Imaginem só, com Juan e Lúcio?
Opção boa no banco. Quem entra em campo? Quem demonstrar
mais disposição.
Sem contar que já era hora do regresso de Júlio
César. Perdoe-me Doni, mas lugar nas redes da esquadra
canarinha é disputa para Rogério Ceni e o goleiro
da Internazionale. E digo mais: lembrem-se que além de
melhor goleiro do Brasil, Ceni cobra faltas.
A volta de Ronaldinho Gaúcho, este, cheio de fome de bola
– tanto, que nem chiei quando vi que ao segundo tempo ele
ostentava a faixinha da vírgula sobre o picumã [cabelo,
meu povo! ] – fez-me esquecer por poucos minutos do meu
choro daquele 1º de julho de 2006. E Kaká? Faltou
um pouco de pique para o Príncipe de Milão, no entanto
a cada arrancada de sua autoria, a becaiada argelina tremia. Titularidade
absoluta, ainda não, mas são importantes também
como opção. Sem contar que Ronaldinho deu assistência
para Kleber, pela esquerda. Kleber, aliás, tira aquele
desespero de uns e outros que entendiam que a lateral-esquerda
só tinha lugar para Roberto Carlos.
E mais, tio Dunga: Diego e Lucas Hanson não podem faltar
às próximas convocações também!
Movimento, rapidez entre outros adjetivos foram sinônimos
de ambos.
O que falta à Era Dunga? Só um acerto lá
na frente, onde o tal quadrado mágico deu um nó.
No atual, dá para fazer um gol no sufoco, mas pelo menos
aquele pesadelo da [falta de acerto ou zagueiros raçudos
na] zaga é coisa do passado.
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