Jogos Olímpicos 2016: Yes, we créu!
Porque o Brasil deve acreditar na força dos
eventos de 2014 e 2016
Publicado em: 05 de outubro de 2009 -
Imprimir
Sediar eventos esportivos
no Brasil. Após o vexame do subfaturamento dos Jogos
Panamericanos, entre outras “coisitchas que não
deram certo”, fui contra, a favor, contra, a favor,
bipolarizando a opinião a cada novidade e argumento
sustentado que surgia. Quando a Copa de 2014 foi confirmada,
não me recordo exatamente, mas acredito que estava
mais contra do que a favor. Hoje, eu torci pelo Rio, e gritei
[muito] com a confirmação de cidade-sede dos
Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.
E antes que você copy/pasteaquele discurso
sem graça de que o dinheiro desperdiçado nestes
eventos deveria ser gasto em educação, saúde...
Melhor rever o que anda copiando da internet para a sua mente!
Se Madrid, Chicago ou Tóquio vencesse a eleição
para 2016, por acaso alguém se lembraria de fiscalizar
e cobrar os políticos de que existem hospitais e escolas
para se cuidar? Seria a mesma ladainha de sempre, e a maioria
do povo só voltaria a pensar em política durante
a propaganda eleitoral gratuita, chamando todo mundo de ladrão,
naquela inércia habitual.
Com dois eventos gigantescos por vir, o nosso papel [imprensa
e população] é o de ser o encosto dos
organizadores, puxando o pé e pedindo nota fiscal.
Brasileiro é bom em dar prensada; no entanto, se importa
de menos no quanto é lesado por gente metido a “dotô”.
A imprensa vai falar,se houver sujeira debaixo do tapete,
e cabe ao povo encher a caixa de e-mail dos culpados. A imprensa
também é povo, e conheço colegas que
fazem isso. Não custa nada. Se você quiser, eu
disponibilizo no site um modelo de mensagem com “miolo”
customizável. Tudo vale quando o assunto é valer-se
como cidadão que possui direitos por lei. Pense nisso!
Acreditem! Esse tipo de ocasião é um impulso
econômico e social - Barcelona, após os Jogos
Olímpicos de 1992, disparou a Espanha em qualidade
de vida. Empregos serão gerados, o incentivo ao esporte
crescerá, o transporte público será ampliado
e vias de acesso poderão ter mis opções
– estradas, ruas, portos, aeroportos. Este não
é o país das maravilhas, entretanto, pode se
transformar em algo parecido se nos empenharmos para que se
aproveite cada segundo desta oportunidade dourada –
como as medalhas com as quais sonhamos.
Concordou? Discordou? Opine!
|