Nova cartilha para jogadores de futebol: o que pode
e o que não
Seguindo os critérios de alguns jogadores sem repertório
ético
Publicado em: 05 de abril de 2010 -
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Entrar em uma instituição,
porque ela é ligada a uma doutrina religiosa diferente
da que se escolheu para si, não pode!
Frequentar uma festa onde o funk em alto volume incomoda
até os convidados da festa que acontece no edifício
à frente - de acordo com os próprios -, e até
a polícia ser chamara para intervir, pode sim!
Não é uma perseguição, e sim,
uma constatação de que falta discernimento,
e sobra hipocrisia. Gente "andada", que conheceu
o mundo não absorve a cultura que lhe é servida.
Longe de fingir bom samaritanismo, porque obviamente nessa
época do ano chove de pseudo-celebridade entregando
ovos de chocolate para qualquer sujeito no meio da rua, só
para ganhar notinha no EGO - alguns se aproveitam de ONGs
para cair de paraquedas na mídia a cada evento que
possa vir a ser uma pauta interessante, by the way. Fato é
que ficou feio, principalmente se pensarmos nas crianças
portadoras de paralisia cerebral que esperavam por seus ídolos
e talvez nunca mais tenham oportunidade similar para que isso
aconteça.
Poderíamos mais ter ídolos no futebol com a
inteligência e classe parecidas às de Raí,
Sócrates e Leonardo.
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