Maradona, boca suja!
Nem a "divindade" lhe dá poder e
direito de proferir certos "mandamentos"
Publicado em: 16 de outubro de 2009 -
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Eliminatórias
para África do Sul-2010,
já encerradas. Argentina passou de ano, junto com Brasil,
Paraguai e Chile, enquanto o Uruguai vai para a recuperação.
Impossível não reconhecer que um time com Tevez,
Messi e Verón fora da Copa seria um desastre histórico
em termos futebolísticos. Quem gosta de um bom futebol
comemora a opção de que eles estarão
presentes na festa do próximo ano. Até que vem
o técnico Maradona e baixa o nível, mandando
a imprensa “shoopar”, se é que me entendem.
Mas fato é que a partida classificatória entre
as duas seleções celestes foi de muito mais
oportunidades por parte dos uruguaios. E que os hermanos argentinos
devem um “gracias por eso” aos chilenos. Uma campanha
tenebrosa, ao comando “del Dios”. Um deus que
é tão humano, nada onipresente, onisciente ou
onipotente, e ainda por cima falar uma abobrinha tremenda,
digna de um torcedor, ou personagem metido a jornalista esportivo
– estes sim, podem falar o que “El Dios”
declarou sem culpa alguma.
Diego Armando Maradona é uma figura importante à
frente de um dos maiores times de futebol do mundo, e se classe
não é lugar-comum ao universo do esporte bretão,
digamos, ao mínimo que se tenha bom senso antes de
proferir qualquer afirmação ofensiva e amadora.
E graças a Deus, a Fifa concorda comigo, e já
instaurou um processo disciplinar contra Dieguito.
Conselho? Vá para o Twitter, gritar #chupa com o Ashton
Kutcher e a torcida. Mas, antes entregue o cargo. Fica a dica!

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