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Os
exames
Fábio iniciou respondendo a um questionário
sobre fatores sonoros com os quais convive, entre
outras coisas, que poderiam cooperar para uma triagem.
Guitarrista e eventual freqüentador da Vila
Belmiro, que desce a serra cada vez que vai torcer
pelo Peixe, seu perfil é interessante.
Em seguida, a doutora Ana Cláudia fez uso
da Imitanciometria, que consiste na avaliação
da integridade da orelha média. “Se
há secreção e/ou fluido na
orelha; membrana timpânica, ou a tuba auditiva
estão trabalhando de maneira adequada”,
explicou. O aparelho emite um efeito parecido com
a sensação de "ouvidos tampados"
quando se está a descer a serra. A famosa
lavagem não foi necessária.
E por fim, acompanhei a Audiometria Tonal e Vocal,
realizado em uma cabine isolada contra ruído.
“São testes realizados com o objetivo
de avaliar a acuidade auditiva do paciente, ou seja,
se o mesmo apresenta limiares auditivos dentro padrão
de normalidade, ou se existe alguma alteração
auditiva”, elucidou. A partir daí,
é possível definir o tipo de perda
auditiva [são três: condutiva, neurossensorial
e mista] e seu grau [que são cinco: leve,
moderado, moderadamente severo, severo, ou profundo].
Fábio respondia acenando se ouvia os estímulos
auditivos, cujo volume era diminuído gradativamente.
Por seqüência, a doutora Ana Cláudia
emitia palavras, as quais deveriam ser repetidas
por Fábio, começando pelas monossilábicas,
uma vez para cada ouvido.
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Fábio, dentro da cabine
com isolamento, enquanto a doutora Ana Cláudia
realiza a audiometria.
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Por fim, o resultado ficou pronto no mesmo dia e
em pouquíssimo tempo, entregue às
mãos da Fábio. E adivinhem? A audição
do torcedor voluntário vai muito bem!

Fábio, e as doutoras Ana
Cláudia Fontana e Vera Gelardi
IEAA [Instituto de Estudos Avançados da
Audição]
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tel/fax: (11) 2221-8524 / 6221-8524
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